Escala Saffir-Simpson
Foi desenvolvida no começo dos anos 70 pelo engenheiro Herber Saffir e o diretor do Centro Nacional de Furacões, Robert Simpson. É uma escala que indica o potencial de destruição de um furacão, levando-se em conta: pressão mínima, vento e a ressaca causada pela tormenta.
Categoria 1
Poucos danos: ventos de 118 a 152 km/h. Pressão barométrica mínima igual ou superior a 980 milibares.
Consequências: as árvores, os arbustos e os trailers serão arrastados se não forem amarrados a algum lugar seguro. Outros tipos de construção serão atingidas de forma mais amena. Destruição parcial ou total de letreiros e anúncios mal instalados. Seqüência de ondas com altura de 1 a 1,5 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. Poucos danos em ancoradouros. As embarcações pequenas têm suas amarras rompidas.
Categoria 2
Danos Moderados: ventos de 153 a 178 km/h. Pressão barométrica mínima de 965 a 979 milibares.
Consequências: danos consideráveis em árvores e arbustos. Perda total de trailers, letreiros e anúncios. Destruição parcial de telhados, portas e janelas. Poucos danos em construções. Seqüência de ondas com altura de 1,8 a 2,4 m acima do normal. Inundação de ruas e estradas próximas à costa. As avenidas que estão em terrenos baixos são interrompidas de 2 a 4 horas antes da chegada do centro do furacão. As marinas ficam inundadas. É obrigatória a retirada dos moradores das áreas costeiras.
Categoria 3
Muitos Danos: ventos de 179 a 209 km/h. Pressão barométrica mínima de 945 a 964 milibares.
Consequências: ramos de árvores são arrancados. Árvores grandes são derrubadas. Anúncios e letreiros são arrastados pelo vento. Danos em telhados, portas e janelas de casas. Danos na estrutura de edifícios pequenos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 2,8 a 3,7m acima do normal, inundando a área costeira e destruindo casas próximas ao litoral. Prédios de porte são danificados por causa das ondas. As avenidas de emergência, que estão em terrenos baixos, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. Os terrenos que estão a 1,5 m ou menos acima do nível do mar são inundados. A água avança cerca de 12 km continente adentro. É exigida a retirada dos moradores das áreas costeiras.
Categoria 4
Danos Extremos: ventos de 211 a 250 km/h. Pressão barométrica mínima de 920 a 944 milibares.
Consequências: as árvores são arrastadas pelo vento. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos. Grandes danos nos telhados, janelas e portas das casas. Algumas paredes e tetos de residências são completamente destruídos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 4 a 5,5 m acima do normal. Os terrenos que estão a pelo menos 3 m acima do nível do mar são inundados e a água avança cerca de 9,6 km continente adentro. As avenidas e estradas de emergência, escolhidas para a retirada de moradores, são interrompidas de 3 a 5 horas antes da chegada do centro do furacão. É obrigatória a retirada total de todas as pessoas que morem próximo à costa e que vivam em terrenos baixos, a uma distância de 3.2 km do mar.
Categoria 5
Danos Catastróficos: ventos superiores a 250 km/h. Pressão barométrica mínima abaixo de 920 milibares.
Consequências: Árvores grandes são arrancadas desde a raíz. Telhados de casas e edifícios são completamente danificados. Os anúncios e letreiros são arrancados ou destruídos, além de serem levados pelo vento a longas distâncias, provocando mais estragos pelo caminho. As paredes e os tetos de residências são completamente destruídos. Trailers são destruídos. Seqüência de ondas com altura de 4 a 5,5 m acima do normal. Os terrenos que estão a 3 metros ou mais, acima do nível do mar, são inundados, e a água atinge cerca de 9,6 km continente adentro. As avenidas e estradas de emergência, escolhidas para a retirada de moradores, são interrompidas de 3 a 5 horas, antes da chegada do centro do furacão. É obrigatória a retirada massiva de todas as pessoas que morem próximo à costa, e que vivam em terrenos baixos a uma distância de 3,2 km do mar.
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